sábado, 3 de outubro de 2009

Pobre? Não! Dramalhão? Sim!!!!

Senhoras e Senhores Brasileiros

Tenho o prazer de pedir-lhes que enxuguem as lágrimas, pois o motivo das tais não procede mais.

Brincadeiras a parte, é preciso informar a todos que defendem suas respectivas posições de "pobres" que estão redondamente equivocados.

Segundo algumas instituições que realizam pesquisas socioeconomicas, como a Fundação Getúlio Vargas, todas as classes sociais brasileiras sofreram mudanças.

Marcelo Neri, Pesquisador do Centro de Políticas Sociais da FGV afirmou, usando dados do IBGE, um aumento de 31.1% na classe mais volumosa da esfera social brasileira, a Classe C desde o ano de 2003 até o ano de 2008. Esse aumento representou a integração da ordem de 25.9 milhões de brasileiros na classe C, seguimento mais que cobiçado pelos novos empreendedores.

Para que esse aumento ocorresse, as classes D e E tiveram que perder integrantes, o que significa dizer que o hiato social diminuiu em todas as classes.

O aumento da renda de trabalho contribuiu com cerca de 66.8% para a diminuição deste hiato, que segundo a economista Sonia Rocha é impacto direto da melhora na escolaridade. O programa assistencial Fome Zero contribuiu com 17% na melhora no índice de Gini, que mede a desigualdade social.

O bloco mais rico da sociedade, a classe AB aumentou com o ingresso de mais 13.3 milhões de brasileiros, totalizando assim um crescimento de 37,1% no período de 2003 a 2008.

Ouço sempre a frase "somos pobres" e fico um pouco incomodado, pois que pobre tem motocicleta? Que pobre tem automóvel? Que pobre tem sua própria residência? Que pobre tem cartão de crédito? Que pobre tem todos esse itens juntos?

Resumindo, você pode não ser tão rico quanto gostaria, PORÉM está longe de ser o pobre que pensa ser.

Vale refletir sobre isso e usar todas essas informações como um bom alicerce para galgar às posições desejadas. E se nesse percurso encontrar algum obstáculo, estarei à disposição.

Clique aqui para ter acesso a fonte utilizada para essa publicação.

A escravidão da era moderna.


Ontem, pulando de canal em canal, me vejo assistindo à TV Senado, no exato momento em que o Senador Mão Santa do PSC/PI discursava. E ele apontou para um fato muito interessante: dívidas.
E ele disse duas coisas:
I - A dívida é a escravidão da era moderna;
II - Não baseie sua prosperidade em dinheiro emprestado (Abraham Lincoln, Presidente dos Estados Unidos de Março de 1861 a Abril de 1865)

Há de se entender que os dias de hoje são caríssimos quando os comparamos aos dias de outrora. Paga-se muito mais pelo mesmo serviço hoje, paga-se mais ainda por serviços de mesma natureza dos de ontem, mas que hoje agregam valores em si mesmos.

Logo, para grandes compras, grandes serviços é necessário achar quem invista capital para adquiri-los ou que os financie. Nessa hora, encontramos o investidor de nosso pesadelo ou a financiadora de nosso enfarto.

A dívida é, hoje, a escravidão da era moderna. Aprisiona qualquer um que se dê ao quase desplante de passar dos limites. Os juros são as vigorosas chibatadas, que extraem o "sangue e suor" (dinheiro) do castigado (consumidor).

Parcela desta culpa vem dos asteriscos das campanhas. Sim, aqueles que sinalizam que há letras miúdas, de tamanho quase nanoscópico, para simplesmente atestar que a campanha feita sobre os produtos está coberta e/ou recheada de ressalvas. Logo, NÃO é o que parece .

Mas nem tudo é perdição. Muito progresso pode ser feito usando, de maneira consciente, os créditos disponibilizados. No entanto, o consumismo desenfreado precisa ser contido. A vontade é sem sombra de dúvida o capataz da tua senzala, que o conturba, fazendo-o querer aquilo que não pode e muitas vezes não precisa.

O consumismo planejado e consciente lhe garantirá a prosperidade e o progresso se e somente se houver um questionamento sobre custo-benefício, ou seja, quando as vantagens superam as desvantagens. Produto bom não é o mais caro, é o mais eficiente. E eficiência exige qualidade e na maioria das vezes exige que o produto seja um bem-durável o que o serviço atenda às premissas da qualidade ditada pela sua própria natureza.

Essa escravidão não depende da cor, da "raça", do credo, do status social. Mas a sua carta de alforria é aberta a todos e não é impossível de se conquistar.


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A solução não é uma só!


Volta ou outra, nos esbarramos no velho problema: a falta de dinheiro, dim-dim, cascalho, bufunfa, pilas, etc. Não é?

Verdade seja dita: dinheiro não é a coisa mais importante do mundo. E não é mesmo, mas sim o que ele pode fazer por vocês. Os socialistas e comunistas que me perdoem, mas o que se fazer em um mundo que te pede dinheiro em troca de serviços? Escambo. Nós sempre trocamos algo por algo e há algum tempo esse algo que trocamos chama-se moeda corrente por aquilo que queremos.

Dizem por aí que é a concentração dele que causa todo esse impacto, mas concentração de quê? Vocês poderiam me dizer que dinheiro move a bolsa de valores, por exemplo? Sentem-se, vou lhes dar uma notícia: não há mais lastro para garantir todo o dinheiro no mundo. O que quero dizer é que muito do dinheiro que circula não existe de verdade se todos o quiserem ao mesmo tempo.

O importante nesse universo (monetário) não é o dinheiro em si, mas a sua circulação. É como a corrente elétrica...é preciso haver uma circulação de elétrons para se usar a energia! Lembram-se daquela minissérie ó Paí, ó? Nela, Lázaro Ramos mostra, ao interpretar Roque, a importância do dinheiro. Uma Senhora amiga de Roque pede a ele R$ 50,00. Ele diz que não tem, mas que se tivesse o emprestaria. Bem, Roque pediu o dinheiro emprestado a alguém, que o concedeu. Tão logo em suas mãos, ele passou à Senhora, que pagou as suas dívidas ao seu credor; este credor pagou por sua vez a sua dívida à Neusão (Tânia Toko) pelas bebidas tomadas em seu bar, que pagou a sua dívida ao pastor, pelo microfone e caixas de som emprestados. O pastor pagou à Senhora, pois a mesma vendia guloseimas e a Senhora pagou Roque, que pagou ao seu credor o empréstimo de R$ 50.00. Contemos, os R$ 50.00 assumiram 8 transações, solucionaram 8 problemas monetários sem se multiplicar. Tá aí a importância da circulação de capital.

Entendida a prática das transações e o que elas são capazes de se fazer com tão pouco, imaginem vocês como seria se ao invés de uma não tivessem algumas fontes de renda. Multiplicariam-se os problemas de gestão, mas diminuiria-se o risco de recessão.

Dinheiro de fontes diferentes garantem a estabilidade monetária. Este que vos fala é Biólogo, Tradutor, Marketeiro, Gestor de Projetos, Vendedor de Soluções e agora Escritor. Se falta serviço como Biólogo, sobra como tradutor; se falta Gestão, pinga o Marketing e assim vai. Nunca falta, e isso é um bom começo!

Meu pensamento do dia: Felizes os vendedores de pipoca e cachorro quente, que em simples produtos chegam a ganhar de R$ 3 mil a R$ 8 mil reais. Qual é a sacada? Eles não vendem só pipoca ou cachorro quente. E se vocês acham isso uma lorota eu os convido a fazerem uma pesquisa. Perguntem a esses vendedores quanto eles ganham (claro, a resposta depende muito da abordagem), vocês se surpreenderão.

Mais? Só amanhã.



quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Olhando a distância.


Durante um momento de turbulência, não se pode olhar tudo de dentro para fora. Há que se distanciar para entender todo o processo. Veja por cima, por baixo, pela esquerda, pela direita, mas veja de fora! Aí está o segredo.

Existem vários ditados que incentivam a todos a olharem o problema "do lado de fora". Desconsiderando um outro ditado que diz que "conselho bom não se dá, se vende", a premissa está correta.

Pensar no problema não é o melhor caminho para entendê-lo; ignorá-lo é pior ainda; porém, entender a causa e procurar por sua solução é sem sombra de dúvida a melhor opção.

Mas será mesmo que tudo isso funciona? Eu diria que as melhores soluções todos nós conhecemos, mas são simples demais para se acreditar.

E então, qual é o teu problema?